O Homem do Espelho

Dirigido por André Basit, que assina a criação da Encenação também. No ano de 2001
Inspirado na obra de Michael Ende, o “Homem do Espelho” é um monólogo – interpretado por Gustavo Reinecken – que tenta colocar uma voz no que seria a alegoria da solidão.

O texto é bastante surrealista, e essa encenação de Basit possuia um caráter menos rococó do que as 1ªs tentativas que ele havia dirigido. Mas, ainda conservava em seu bojo toda a questão da solidão colocado como um “espelho falante” para a platéia.

Na verdade, o Homem do Espelho é o embrião da estética e politica em que a E.T.C.A. nasceria anos mais tarde.

“A mim sempre me pareceu estranho essa idéia de ver-nos a nós mesmos pelo lado de fora”

Meu nome é Hor!

“Perdoem-me, eu não posso falar mais alto… Não sei quando você vai me ouvir…”

- Um dos grandes dilemas de Hor (o homem do espelho) é ser só, e ouvir os ecos de seus sons em momentos, eternamente, durante sua existência..

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